sexta-feira, 27 de julho de 2012

Gosto dos beijos, das borboletas e dos mergulhos...


Eu gosto mesmo é da intensidade. Dos beijos de tirar o fôlego e fazer acordar as borboletas no estômago, das sensações inigualáveis, momentos inesquecíveis, trabalhos apaixonantes que fazem a gente praticamente enlouquecer... O parcial é muito pouco sempre! Prefiro o mergulho profundo no que acredito de verdade. O jogo pelo jogo não me satisfaz, preciso de um ideal. Bom é fazer as coisas com brilho nos olhos, saborear cada minuto sem perceber o tempo passar e entender cada palavra com sua intenção essencial. Estou mergulhada, e no meio desta loucura onde às vezes esqueço até quem eu sou, é contraditório mas, acabo me encontrando, me reconhecendo... Vai passar, tudo passa, mas vejo que nunca estive tão entregue às forças superiores, acreditando que o universo sempre conspira a favor do melhor. Namastê! Amém!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Não diga que não quer saber!


Tenho encontrado muita gente que não acredita mais na política. Ao mesmo tempo tenho estudado muito sobre esse sentimento de desesperança. Neste tempo descobri coisas importantes! Na verdade, o que as pessoas não acreditam mais é no exercício do "profissional da política". Aqueles políticos que não têm mais nada a oferecer além de seus jogos rasteiros, tudo pelo poder.
Mas nós ainda podemos acreditar nas pessoas! Um candidato só pode ser considerado um bom representante, se despido de toda política, restar uma pessoa essencialmente boa, generosa, com história de luta, trabalho, envolvimento com a vida comunitária em sua forma mais sincera, sem intenções partidárias ou eleitoreiras. Se despido da política não restar nada, ou muito pouco, procure outro candidato e abandone esse "profissional", porque ele não serve para representar ninguém!
Queremos olhar nos olhos, sermos defendidos por pessoas que trabalham como nós, enfrentam as mesmas dificuldades e sabem sobre a vida real de um cidadão trabalhador na prática do dia a dia. O que não podemos fazer é a generalização, nos limitarmos a deixar que outras pessoas decidam e discutam sobre nossa própria vida.
Por natureza somos seres políticos! Vamos analisar, comparar, questionar... O momento é muito importante. O compromisso é sério e a responsabilidade é nossa! Não diga que não quer saber de política, mas diga não a quem a utiliza para seus interesses pessoais, sem nem merecer!