Depois da notícia, provavelmente fake, que os brasileiros estavam estragando o Facebook com postagens coloridas e brilhantes, comecei a pensar melhor sobre esta grande democratização da informação.
Hoje qualquer cidadão pode “furar”, na linguagem jornalística, grandes veículos, com uma simples foto de celular postada nas redes sociais. Passamos a ser produtores de notícias em blogs, twitters e afins. Grandes governos fazem mega eventos virtuais e os efeitos tecnológicos nos colocam cada vez mais como reféns do nosso próprio vício por sua dependência. Interação é a palavra chave!
Acontece que o que mais chama a atenção é a carência emocional que permeia toda essa revolução da comunicação. Essa abertura significa mais do que apenas a possibilidade das notícias do mundo todo estarem mais acessíveis em fração de segundos, de sabermos livremente como as pessoas pensam e a forma como entendem a vida. Temos a oportunidade, principalmente, de saber como elas estão se sentindo!
Não é o bastante curtir uma música que faz o coração vibrar, é preciso compartilhar com quem está em nossa rede de contatos. É necessário postar o escancaramento da nossa felicidade ou a dor de cotovelo do choro de uma decepção amorosa. É mais que informação, parece ser a democracia da vida, e nisso eu concordo que os brasileiros são mestres, no exagero do calor emocional.
Se a frase “Penso, logo existo” de Descartes já causou euforia; dizer “Sinto, logo posto” seria uma insanidade, poucos anos atrás. Hoje esses mundos reais e virtuais são paralelos e interativos entre si. Um caminho sem volta, a menos que o mundo acabe!
Hoje qualquer cidadão pode “furar”, na linguagem jornalística, grandes veículos, com uma simples foto de celular postada nas redes sociais. Passamos a ser produtores de notícias em blogs, twitters e afins. Grandes governos fazem mega eventos virtuais e os efeitos tecnológicos nos colocam cada vez mais como reféns do nosso próprio vício por sua dependência. Interação é a palavra chave!
Acontece que o que mais chama a atenção é a carência emocional que permeia toda essa revolução da comunicação. Essa abertura significa mais do que apenas a possibilidade das notícias do mundo todo estarem mais acessíveis em fração de segundos, de sabermos livremente como as pessoas pensam e a forma como entendem a vida. Temos a oportunidade, principalmente, de saber como elas estão se sentindo!
Não é o bastante curtir uma música que faz o coração vibrar, é preciso compartilhar com quem está em nossa rede de contatos. É necessário postar o escancaramento da nossa felicidade ou a dor de cotovelo do choro de uma decepção amorosa. É mais que informação, parece ser a democracia da vida, e nisso eu concordo que os brasileiros são mestres, no exagero do calor emocional.
Se a frase “Penso, logo existo” de Descartes já causou euforia; dizer “Sinto, logo posto” seria uma insanidade, poucos anos atrás. Hoje esses mundos reais e virtuais são paralelos e interativos entre si. Um caminho sem volta, a menos que o mundo acabe!

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