Mais uma vez estou aqui, escrevendo uma carta sem destinatário...
Ainda é uma necessidade física exteriorizar palavras escritas, mesmo sabendo que em dimensões superiores à nossa, as mensagens são, mais do que transmitidas, sentidas.
Somos tão humanóides, não há como não divagar. A gente fica
imaginando como seria o comportamento do Pedro, se tivesse seis anos, como
estariam crescidos os cabelos enrolados da Mariana, qual seria o tom de suas vozes, qual a forma que escolheriam para viver...
Acontece que eles viveram o suficiente e são eternos pelos
sentimentos que despertaram, pela evolução que impulsionaram e pelo novo olhar que
potencializaram.
Pode passar um, seis ou dezenas de anos... A lembrança sempre virá à tona cada vez que o momento, de tão singelo e lindo, for essencial. Num
simples vento de verão que nos toca, em pétalas de dente de leão que voam, no cheiro durante um sonho ou na percepção do brilho das
estrelas e da imensidão do universo...
Quem é inesquecível fará parte de nossa experiência constante,
todos os dias de nossas vidas!
Estamos sempre juntos, basta sentir!
Com amor,
Jo.
Em homenagem à minha grande e dedicada amiga Ana Paula Polli
Ferreira, neste dia de lembrança especial.
Eternamente amados!
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