Vivem pouco: um ano, alguns, algumas dezenas. Deixam para poucas ou milhões de pessoas um brilho inconfundível. Na tentativa de suportar a sua própria grandiosidade, por vezes não compreendida, se entorpecem em suas loucuras ou simplesmente deixam o mundo sem explicação. Todos, enfim, deixam cheiros, sons, tons e saudade pra quem fica, com gosto de quero mais! Os geniais morrem cedo, pelo menos para esta vida.
23 de julho de 2011 - No dia em que a Amy voou.
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